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Compilado por Beraldo Lopes Figueiredo |
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109 -
TEOSOFIA: |
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109.1 -
Origem da Teosofia:

A PALAVRA TEOSOFIA É DE ORIGEM GREGA, DE THEOS,
"DEUS", e sophos, "sabedoria", significando
literalmente "sabedoria divina", ou "conhecimento divino".
O termo ganhou notoriedade no mundo ocidental a partir de
1875, com a fundação da Sociedade Teosófica, por
Helena Petrovna Blavatsky, e
pela grande polêmica que seus estudos criaram no meio cultural da época.
A Teosofia é um corpo de conhecimento que responde a
diversas questões que envolvem a vida:
- Quem sou eu?
- O que estou fazendo aqui?
- Qual a origem do universo?
O antigo biógrafo grego Diógenes Laércio assinala em sua
obra a existência da Teosofia numa época anterior à dinastia dos Ptolomeus,
que reinou no Egito durante o período helênico - de 323 a.C. até o Egito se
transformar em província romana, em 30 a.C. Segundo ele, o fundador da
Teosofia seria um hierofante egípcio conhecido como Pot-Amun, um nome de
origem copta (uma antiga forma de escrita usada no Egito), e significava
"aquele que é consagrado a Amon", o Deus da Sabedoria. Pot-Amun exercia suas
atividades ensinando Teosofia para aqueles que não eram iniciados nos
mistérios egípcios.
A história mostra que ela foi revivida pelos filósofos
neoplatônicos, Amônio Saccas (175-242) e Plotino (205-270), na Alexandria,
Egito, durante o século 3. Conhecidos como philaletheus (amantes da
verdade), fundaram a Escola Teosófica Eclética. O termo Teosofia fazia,
então, referência a uma interpretação de acontecimentos do mundo exterior,
como correspondentes de experiências da alma humana.
Os neoplatônicos também eram conhecidos como analogistas,
porque não buscavam a sabedoria apenas nos livros, mas através de análises e
correspondências da alma humana com o mundo exterior e com os fenômenos que
envolviam a natureza. Eles se dividiam em neófitos, iniciados e mestres, e
os seus discípulos eram obrigados por juramento a não divulgar as doutrinas
mais elevadas. De acordo com o historiador da Antiguidade, Heródoto (484
-425 a.C.), suas regras foram copiadas dos antigos Mistérios de Orfeu, da
misteriosa religião do antigo mundo grego conhecida como Orfismo.
Na Escola Teosófica Eclética havia ensinamentos sobre os
sistemas religiosos e espirituais de diversos povos, além do estudo das
filosofias gregas. Esse fato explica a existência entre eles de alguns
comportamentos e pensamentos budistas e hindus; por exemplo, aqueles que se
relacionam ao respeito aos mais velhos e aos pais, e o ideal da afeição por
toda raça humana. Suas atividades procuravam estabelecer um sistema de
disciplina moral que estimulava a sociedade a viver de acordo com a lei de
seus próprios países e que incentivava a purificação da mente pela busca da
Verdade Absoluta.
O objetivo da escola consistia em absorver e extrair dos
diversos ensinamentos religiosos uma harmonia perfeita capaz de atingir todo
coração que fosse amante da verdade. Dentro dessa concepção, a Teosofia
seria a antiga e arcaica "Religião Sabedoria", conhecida em todos os países
civilizados em que a sabedoria das escrituras servia como fonte de
inspiração, com a personificação do princípio divino em nomes como Hermes,
Thot e Buda.
Outros filósofos deram seqüência e se aprofundaram nos
ensinamentos de Amônio e Plotino, como Porfírio (233-305) e Jâmblico
(250-300). Jâmblico teria transformado a filosofia de Plotino numa teurgia,
ou conjugação mágica de deuses. Em sua obra Mistérios do Egito, revelou a
possibilidade da manipulação mágica dos deuses em prol da satisfação dos
desejos humanos.

O termo Teosofia também foi utilizado pelo artesão filósofo
Jacob Boehme (1575-1624) no século 17, em Alt Seidenberg, Alemanha. Sua
doutrina era extremamente hermética e sua fonte de pensamento teria sido
Paracelso, de quem adotou idéias e a terminologia química.
A Sociedade Teosófica
(S.T.) foi fundada em Nova Iorque, E.U.A., em 17 de novembro de 1875, por um
pequeno grupo de pessoas, dentre as quais se destacavam uma russa e um norte
americano: a Sra. Helena Petrovna Blavatsky e o cel. Henry Steel Olcott, seu
primeiro presidente.
Em 1878 o cel. Olcott e a
Sra. Blavatsky partiram para a Índia. Em 3 de abril de 1905, foi
estabelecida legalmente a sede internacional da S.T. no bairro de Adyar, na
cidade de Chennai (antiga Madras), estado de Tamil Nadu, no sul da Índia,
onde permanece até hoje.
Veja os Teosofistas mais famosos
clicando aqui
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109.2 - Teosofia - Uma
Sabedoria Viva
Para que se possa
compreender satisfatoriamente a S.T. e o seu trabalho é necessário entender
o significado da palavra Teosofia. Em primeiro lugar, cumpre esclarecer que
a S.T. não é uma religião, e a Teosofia não é um credo. Este fato já está
evidenciado no primeiro objetivo da S.T..
A origem da palavra
Theosophia é grega e significa primária e literalmente Sabedoria Divina. Foi
cunhada em Alexandria, no Egito, no século III d.C. por Amônio Saccas e seu
discípulo Plotino que eram filósofos neo-platônicos.
Fundaram a Escola
Teosófica Eclética e também eram chamados de Philaletheus (Amantes
da Verdade) e Analogistas, porque não buscavam a Sabedoria apenas nos
livros, mas através de analogias e correspondências da alma humana com o
mundo externo e os fenômenos da Natureza. Assim, em conformidade com seu
terceiro objetivo, a S.T., enquanto sucessora moderna daquela Escola antiga,
almeja tal busca da Sabedoria não pela mera crença, mas pela investigação
direta da Verdade manifesta na Natureza e no homem. Dizia Blavatsky:
“o verdadeiro Ocultismo ou
Teosofia é a
‘Grande
Renúncia ao eu’,
incondicional e absolutamente, tanto em pensamento como em ação – é
Altruísmo”.
“Teosofia é sinônimo de
Verdade Eterna”, Divina,
Absoluta, Paramarthika Satya ou Brahma-Vidya, que são seus
equivalentes muito mais antigos na filosofia oriental. Teosofia, portanto, é
uma Sabedoria Viva, o ideal que o verdadeiro teósofo busca alcançar e
manifestar em sua vida diária como serviço à Humanidade.
A adjetivação teosófica
na denominação da S.T. significa, desta forma, uma sociedade cujos objetivos
refletem esta Sabedoria, ou que nesta têm sua inspiração. Isto não que dizer
que todos os membros da S.T. possuam esta Sabedoria ao tentar realizar tais
objetivos. Quer dizer, apenas, que uma sociedade
“teosófica”
é uma sociedade cujos objetivos podem trazer benefícios imensos ao mundo,
desde que compreendidos e realizados apropriadamente.
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109.3 - Simbolo da
Teosofia
Os dois
triângulos eqüiláteros entrelaçados simbolizam o Universo como dualidade
Espírito - Matéria. O de vértice para cima é o do Fogo, Espírito ou Pai; o
de vértice para baixo é o da Água, Matéria ou Mãe.
A cruz ansata
simboliza o Espírito mergulhado na Matéria e nela está crucificado, porém
que ressuscitou da morte permanecendo triunfante nos braços do vitimário já
vencido e, por isso, é considerada a "Cruz da Vida", o símbolo da
Imortalidade.
A cruz
suástica (cruz alada ou cruz de fogo) é o símbolo da energia vertiginosa que
cria um Universo. Ao contrário do que muitos acreditam, a suástica é usada
há mais de três mil anos pelos chineses, tibetanos, antigas nações
germânicas; encontrada também entre os bompas e budistas; usada como símbolo
do budismo esotérico, figurando a frente de todos os símbolos religiosos de
todas as nações antigas, sendo o mais sagrado e místico símbolo da Índia.
Tem estreita relação e até identidade com a cruz cristã. Como diagrama
místico de bom augúrio "svástika" (suástica), ou seja, signo de saúde.
A
serpente que morde a própria cauda é o milenar símbolo da Eternidade, o
círculo sem começo nem fim em que todos os universos crescem e declinam,
nascem e morrem. Ao redor do símbolo o lema do
Maharâja de Benares: Satyât nâsti paroDharma ("Não há Religião
superior à Verdade"). |
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109.4 - Conceitos
Básicos:
Segundo os Teosofistas, este corpus de
conhecimento, a Sabedoria Divina, com a ética a ele associada, é tão antigo
quanto o mundo, e a rigor é o único conhecimento que vale a pena ser
adquirido. Sua realidade e importância são relembradas às pessoas
periodicamente, sob diversas denominações e formalizações, adequadas ao
espírito de cada época, local e povo para quem é apresentado, e é o tronco
vivo e eterno de onde brotam as flores do ensinamento original todas as
grandes religiões do mundo, do passado e do presente.
Basicamente a Teosofia prega a fraternidade universal, a origem espiritual
das formas e dos seres, e a unidade de toda a vida; defende uma fonte única
e eterna para todo conhecimento, demonstra a identidade essencial entre os
grandes mitos das culturas mundiais, traça o perfil da estrutura do cosmo e
do homem e descreve seus mecanismos, suas potencialidades e suas
transformações ao longo dos éons.
Outros conceitos fundamentais, conhecidos há milênios no oriente, mas que a
Teosofia popularizou no ocidente, estão a Reencarnação, o Karma e o Dharma.
Apesar de recomendar o esforço próprio em busca do crescimento pessoal e uma
vigilância incessante contra o auto-engano e a fé cega, ainda assim defende
a Revelação, uma vez que declara a existência de seres superiores imortais,
normalmente invisíveis, que possuem um conhecimento virtualmente ilimitado e
poderes sobre-humanos, e de mundos e estados de consciência presentemente
inacessíveis à pessoa comum. Mas diz que todos seremos capazes de atingí-los
um dia, se não nesta vida, numa vindoura. Defende com isso, também a
Evolução da vida e do Homem, e a existência de Homens Perfeitos, os Mahatmas
ou Mestres de Sabedoria. Estes Mestres, uma vez homens imperfeitos como nós,
evoluíram para um estágio super-humano, de onde ora velam pela raça humana
dando-lhe ensinamento, diretamente ou através de seus mensageiros os
Profetas e Santos de todas as religiões, e auxílios inúmeráveis como agentes
da Providência e da Justiça Divinas, e mesmo aparecendo visivelmente entre
seus irmãos menos evoluídos, quando os tempos o exigem, para dar-lhes
conforto, direção e inspiração, e reacender nos corações humanos um amor
mais intenso pelo divino.
A Teosofia diz que a fonte de todo mal é a ignorância. O conhecimento,
segundo prega, é ilimitado, mas se bem que sua totalidade esteja além do
alcance de qualquer ser individual, é em vasta medida acessível a todos
através de um longo processo de evolução, aprendizado e aperfeiçoamento, que
necessariamente exige múltiplas encarnações, e continua até mesmo para
regiões e idades onde a encarnação deixa de ser compulsória e a vida
progride de beatitude em beatitude. A Teosofia é uma doutrina essencialmente
otimista, pois refuta qualquer condenação eterna e não nega o mundo, ainda
que declare que este que vemos e tocamos não é o único nem o maior, mais
feliz ou mais desejável, e prevê para todos os seres sem exceção um
progresso constante e um destino glorioso e absolutamente feliz. Como todas
as grandes doutrinas espirituais, a Teosofia exalta o bem, a paz, o amor, a
dedicação altruísta, e promove a cessação da pobreza, da ignorância, da
opressão, discórdias e desigualdades.
Apesar de reconhecer a importância das religiões em seu estado mais puro
como disseminadoras de ensinamentos importantes, não é uma filosofia teísta,
se bem que possa ser descrita como panteísta, já que como um dos Mahatmas
declara [2] com rigor cartesiano, a existência de Deus como uma entidade
distinta do universo dificilmente pode ser provada, mas reconhece níveis
diferentes de evolução entre os seres, numa escada graduada que se ergue a
alturas insondáveis
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Seguiram-se
outros livros, artigos e opúsculos, e dentre eles merece destaque A Voz do
Silêncio, uma pungente e exaltada descrição do íngreme mas glorioso Caminho
que leva à santidade, ao mesmo tempo que é um manual prático para
aspirantes.
Outros seguidores imediatos seus também deram contribuições volumosas,
valiosíssimas e originais ao tesouro da Teosofia moderna, entre eles Annie
Besant, Alfred Sinnett, Henry Olcott, Charles Leadbeater e G.R.S. Mead, e
desde lá a literatura teosófica não cessou de crescer, com a produção mais
recente de Radha Burnier, Geoffrey Farthing, Geoffrey Hodson e uma legião de
pensadores modernos. |
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Compreendendo a Teosofia:
A Teosofia é um oceano de conhecimento que se estende de um extremo a outro
da evolução dos seres sensíveis. Insondável nas suas partes mais profundas,
ela exige das mentes mais poderosas o máximo de seu alcance, embora seja
suficientemente rasa em suas margens para ser entendido por uma criança. A
Teosofia é a sabedoria sobre Deus, para aqueles que acreditam que Ele está
em tudo e em todas as coisas, e é sabedoria sobre a natureza, para o homem
que aceita a afirmação encontrada na Bíblia Cristã de que Deus não pode ser
medido ou descoberto, e que a escuridão cerca sua tenda. Embora contenha por
derivação o nome Deus, e pareça a princípio abarcar apenas a religião, a
Teosofia não nega a ciência, pois é a ciência das ciências e por conseguinte
foi chamada de sabedoria das religiões. Porque nenhuma ciência é completa se
deixar de fora qualquer aspecto da natureza, seja ele visível ou invisível;
e a religião que se baseia apenas em uma revelação, deixando de lado as
coisas e as leis que as governam, não é mais do que uma ilusão, um inimigo
do progresso, um obstáculo no caminho do homem, em seu avanço rumo à
felicidade. Englobando tanto o científico como o religioso, a Teosofia é uma
religião científica e uma ciência religiosa.
Não é uma crença ou um dogma formulado ou inventado pelo homem, mas é o
conhecimento das leis que governam a evolução dos fatores físicos, astrais,
psíquicos e intelectuais na natureza e no ser humano. A religião de hoje é
apenas uma série de dogmas fabricados pelo homem, sem nenhuma fundamentação
científica para a ética que divulga; enquanto nossa ciência ainda ignora o
invisível e não admite a existência de um conjunto completo de faculdades
perceptivas internas no homem, ficando apartada do campo de experiência
imenso e real que existe dentro do mundo visível e tangível. Mas a Teosofia
sabe que o todo é constituído do visível e do invisível, e ao perceber que
as coisas e objetos externos são transitórios, compreende os fatos da
natureza, tanto interna quanto externa. Ela é, portanto, completa em si
mesma e não vê mistério insolúvel em lugar algum; ela risca a palavra
“coincidência” de seu vocabulário e saúda o reinado da lei em tudo e em
todas as circunstâncias.
É crença comum à humanidade que o homem possui uma alma imortal. A isso, a
Teosofia acrescenta que ele é uma alma, e mais ainda, que toda a natureza é
sensível, que o vasto conjunto de objetos e homens não é um mero ajuntamento
de átomos arranjados ao acaso e deste modo sem leis que produzem leis; mas
que desde o menor dos átomos, tudo é alma e espírito sempre evoluindo sob o
domínio da lei que é inerente ao todo. A Teosofia diz, tal como ensinaram os
antigos, que o curso da evolução é o drama da alma e que a natureza não
existe para outro propósito que não seja a experiência da alma.
Tradução de 'The Ocean of Theosophy', do autor William Q. Judge
Fonte:
http://www.filosofiaesoterica.com/
109.5 - Referências Literatárias:
Entre as exposições modernas da Teosofia mais importantes e originais estão
sem dúvida os escritos de Helena Blavatsky, que incluem Ísis sem véu (1877),
A Doutrina Secreta (1888), A voz do silêncio (1889), e uma infinidade de
panfletos, cartas e artigos sobre o tema, traduzindo, divulgando e
esclarecendo uma massa de conceitos filosóficos e religiosos e princípios
morais orientais, até então mal conhecidos e ainda menos compreendidos pelos
povos do ocidente. Além de pintar um vasto painel da religião universal,
utilizando especialmente o pensamento do oriente, analisa os dados
comparando-os com as tradições ocidentais, lançando luz nova sobre pontos
obscuros, desfazendo conceitos errôneos de nossas próprias linhas de
pensamento e em outros casos corroborando com definições Hinduístas ou
Budistas muitos dos elementos basilares das doutrinas Cristã, Judaica,
Maometana, Gnóstica e outras de importância para a metade ocidental do
globo.
Blavatsky foi uma escritora prolífica e incandescente, e sua memória para
fontes raras e mesmo desconhecidas no ocidente era notoriamente prodigiosa.
Contudo, de acordo com a autora, muitas vezes foram usados meios esotéricos
para a composição dos textos, não podendo ela reivindicar a verdadeira
autoria de grande parte do que havia escrito [3]. De qualquer forma, quando
A Doutrina Secreta apareceu, como uma continuação, ampliação e
aprofundamento de material já abordado em Ísis sem véu, foi imediatamente
reconhecida como uma obra-prima por inúmeros luminares da Europa, e é a
pedra angular da Teosofia moderna.
O texto é um debate filosófico monumental,
onde a autora cita uma profusão inacreditável de fontes e esgrime com
estonteante erudição argumentos históricos, antropológicos, arqueológicos,
mitológicos, filosóficos, biológicos, químicos, hermenêuticos, filológicos e
muitos outros, contra as superstições insensatas travestidas de dogmas das
religiões, demonstrando a raiz comum a todos os credos, e tecendo duros
ataques a todo formalismo religioso vazio e a toda fé cega, mas reconhecendo
o valor de todas as Igrejas como instituições divinas e caminhos válidos
para o aperfeiçoamento pessoal e coletivo, sendo possuidoras de parcelas
importantes da Verdade Única.
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109.6 - Doutrinação
Literária (clique no
link):
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Fontes:
http://www.teosofia.com.br/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teosofia
- Blavatsky,
Helena. Glossário Teosófico. Editora Ground,
sem data, sem local.
- Mestre
K.H. O que é Deus - A visão de um Mestre de
Sabedoria (em inglês)
- Citada
por Heindel, Max. In Blavatsky and The Secret
Doctrine
- Arquivos
Secretos - Teosofia - Mythos Editora
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