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compilado por Beraldo Figueiredo |
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15 - KARMA (CAUSA E EFEITO) |
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INDICE: 15.1 - Conceito 15.2 - Determinismo x Livre Arbítrio
15.3 - Vários ângulos do Carma (Karma) 15.4 - Darma
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15.1 - CONCEITO:
Carma ou karma (do sânscrito
कर्म, transl. Karmam, e em pali, Kamma, "ação")
é um termo de uso religioso dentro das doutrinas budista, hinduísta e
jainista, adotado posteriormente também pela Teosofia, pelo espiritismo e
por um subgrupo significativo do movimento New Age, para expressar um
conjunto de ações dos homens e suas consequências.
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No entanto, para explicar isto o espiritismo apresenta um conceito mais abrangente: a Lei de Causa e Efeito. Enquanto que normalmente o conceito de karma sugere uma dívida a ser resgatada, a lei de causa e efeito nos apresenta a idéia de que o futuro depende das ações e decisões do presente. Uma causa positiva gera uma efeito positivo, enquanto que uma causa negativa gera um efeito igualmente negativo. |
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15.2 - DETERMINISMO x LIVRE-ARBÍTRIO: |
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Evolução para o Terceiro
Milênio. É a doutrina que afirma serem todos os acontecimentos –inclusive vontades e escolhas humanas – causadas por acontecimentos anteriores. Segue-se que o ser humano seria destituído de liberdade de decidir e de influir nos fenômenos em que toma parte. O indivíduo faz exatamente aquilo que tinha de fazer e não poderia fazer outra coisa; a determinação de seus atos pertence à força de outras causas, externas e internas.
Há sempre acontecimentos prévios que preparam outros: Chove porque houve primeiro a evaporação, depois a condensação do vapor e assim por diante. O mundo físico e biológico são pois regidos pelo Determinismo, principalmente no nível macroscópico. No nível mental também, os pensamentos estão relacionados aos impulsos, traços de caráter e experiências caracterizam a personalidade.
Doutrina oposta ao Determinismo (fatalismo, Destino), que declara a vontade humana livre para tomar decisões e determinar suas ações. Diante de várias opções oferecidas por uma situação real, o homem poderia escolher uma racionalmente e agir livremente de acordo com a escolha feita (ou não agir se quisesse). Exige, portanto, capacidade de discernir e liberdade interior. O animal e o selvagem vêem as coisas em função de sua utilidade imediata procurando sempre satisfazer seus instintos e impulsos primários; uma fruta será comida para saciar a fome. O civilizado poderá ter múltiplas escolhas para a fruta, comer, examinar microscopicamente, usar para a medicina, fazer doce, reaproveitar a casca ou a semente, etc, pois percebe-a sob múltiplos aspectos. |
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Pode-se quando mais esclarecido, tomar uma decisão que caminho seguir.
Conclusão: Os corpos minúsculos possuem um comportamento imprevisível. Não é possível estabelecer a velocidade e a posição destas minúsculas partículas. Também a radioatividade ou desintegração espontânea do rádio (metal) mostra isso.
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"A liberdade de
que gozam os habitantes terrestres não é, nem poderia ser, de caráter
absoluto, diante da condição do nosso mundo de expiações e provas.
O CONSOLADOR - Francisco Cândido Xavier - EMMANUEL: LIVROS DOS ESPIRITOS - Allan Kardec:
“A fatalidade
existe unicamente pela escolha que o Espírito fez, ao encarnar, desta ou
daquela prova para sofrer. Escolhendo-a,
institui para
si uma espécie de destino, que é a conseqüência mesma da posição em que vem a
achar-se colocado. Falo das provas físicas, pois, pelo que toca às provas
morais e às tentações, o Espírito, conservando o livre-arbítrio quanto ao
bem e ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir. Ao vê-lo fraquejar,
um bom Espírito pode vir-lhe em auxílio, mas não pode influir sobre ele de
maneira a dominar-lhe a vontade. Um Espírito mau, isto é, inferior,
mostrando-lhe, exagerando aos seus olhos um perigo físico, o poderá abalar e
amedrontar. Nem por isso, entretanto, a vontade do Espírito encarnado deixa
de se conservar livre de quaisquer peias (embaraço, impedimento,
obstáculo)”.
AÇÃO E REAÇÃO - Espírito André Luiz -página 92 "Mesmo nas piores posições expiatórias a consciência goza dos direitos inerentes ao livre arbítrio. Imaginemos um delinqüente monstruoso, segregado na penitenciária.Acusado de vários crimes, permanece privado de toda e qualquer liberdade na enxovia comum. Ainda assim, na hipótese de aproveitar o tempo no cárcere, para servir espontaneamente à ordem e ao bem-estar das autoridades e dos companheiros, acatando com humildade e respeito as disposições da lei que o corrige, atitude essa que resulta de seu livre arbítrio (MORAL) para ajudar ou desajudar a si mesmo, a breve tempo esse prisioneiro começa por atrair a simpatia daqueles que o cercam, avançando com segurança para a recuperação de si mesmo". |
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15.3 - VÁRIOS ÂNGULOS DO CARMA (KARMA) Entrevista: Hernani Guimarães Andrade (Biografia) Texto integral da Revista Planeta - Especial: Carma - março de 1990 |
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1 - Como o
senhor interpreta o carma (Karma)?
Acerca do carma (Karma), minha interpretação mantém-se de acordo com as doutrinas orientais, particularmente o budismo. Traduzido literalmente, carma (Karma) significa ação, uma ação continuada, uma espécie de encadeamento de causas e efeitos. Conforme ensina Alexandra David-Neel, em sua obra Le Bouddhisme, Ses Doctrines et Ses Méthodes, o budismo encarregou-se de popularizar o ensino da lei do carma (Karma), proclamando: "Ye dharmâ hetu prabhavâ", isto é, "todas as coisas provêm de uma causa". O carma (Karma) está vinculado ao processo reencarnatório. É a sucessão das vidas que produz o encadeamento de causas e efeitos característicos da vivência ordinária. Assim, cada existência será mais ou menos feliz, mais ou menos desgraçada, em função dos atos que praticamos em vidas anteriores. Entretanto, não se trata, propriamente, de uma espécie de "pena de talião", tipo "olho por olho, dente por dente". Muitas pessoas têm esta falsa interpretação acerca do carma (Karma); pensam assim: "Se eu mato, roubo ou injurio alguém nesta minha existência, na próxima encarnação serei assassinado, roubado ou injuriado da mesma forma." O carma (Karma) não é nada disso, absolutamente. Sem ser direta e especificamente punido em função de cada falta praticada, o malfeitor nem por isso deixará de expiar carmicamente os erros e crueldades cometidos. Mas ele o fará sem aquele aspecto de vingança que teria uma sanção imediata prescrita pela "pena de talião". Há um provérbio que dá uma idéia aproximada do que seja o carma (Karma): "Eu seria totalmente livre hoje, se não houvesse cometido a falta de ontem; a falta de hoje será a corrente que me prenderá amanhã."
2 - Existe conotação negativa ou positiva no carma (Karma)? Entendendo-se o vocábulo conotação no sentido da "relação que se nota entre duas ou mais coisas", pensamos que sua indagação refere-se à possibilidade de o carma (Karma) ser, em si, negativo ou positivo em relação ao nosso destino. Acreditamos que não. O carma (Karma) é uma lei natural. Esta lei tem um aspecto causal, embora probabilístico. Faz lembrar as leis da física quântica. Desse modo, as conseqüências finais globais do carma (Karma) resultam, estatisticamente, como uma correspondência exata entre causa e efeito. Portanto, nós somos os únicos responsáveis pelo nosso bom ou mau carma (Karma), nosso bom ou mau destino.
3 - Como se inter-relacionam o carma (Karma) e o livre-arbítrio? Pelas respostas anteriores, é fácil perceber que o livre-arbítrio e o carma (Karma) atuam um sobre o outro, em um mútuo condicionamento. Desse modo, é ilusório pensar que somos totalmente capazes de exercer um real livre-arbítrio. Em outras palavras, o nosso arbítrio não é inteiramente livre como imaginamos teoricamente. Somos livres para agir, sim, mas dentro de condições limitadas. Por exemplo, não conseguiremos, por simples livre-arbítrio, subtrair-nos à ação da gravidade. Podemos contrabalançá-la, mas não impedir que ela atue sobre a nossa massa física. Podemos, até certo ponto, prolongar ou reduzir nosso tempo de vida, mas não conseguiremos tornar-nos imortais. Não somos capazes de viver sem respirar, sem beber água ou sem alimentação, pois a natureza assim nos condicionou. Logo, nosso livre-arbítrio é livre apenas até determinados limites. E um desses limites é o nosso próprio carma (Karma). Por sua vez, o nosso limitado livre-arbítrio condiciona o nosso futuro carma (Karma).
4 - Existe carma (Karma) de grupos sociais, de países? O senhor poderia nos dar um exemplo de como isso funciona? Sim, há carma (Karma) de grupos sociais, de países e até do nosso planeta. Os melhores exemplos poderemos encontrar na história. O carma (Karma) coletivo funciona da mesma forma que o individual. O resultado global é igual à soma do comportamento das partes. Daí a importância da educação, em todos os sentidos (intelectual, moral e cívica), dos cidadãos de um pais. Sem isso, o caos é o minimo que poderá esperar-se em termos de carma (Karma),
5 - Qual seria a manifestação do carma (Karma) coletivo, por exemplo, na vida de países de grande tradição bélica, como o Império Romano? A história do Império Romano é muito longa para ser aqui desfiada. Mas para quem procurar conhecêla, não haverá melhor exemplo da lei do carma (Karma) atuando relativamente a uma coletividade humana.
6 - Entre as várias filosofias e religiões que crêem na reencarnação, todas têm o mesmo parecer sobre a Lei do Carma (Karma)? Embora as filosofias e religiões que crêem na reencarnação admitam, de certa forma, uma conseqüência causal propagando-se ao longo das vidas sucessivas, nem por isso elas têm, formalmente, o mesmo parecer sobre o carma (Karma).
Uma das questões que poderão influir no conceito de carma (Karma)
é a opinião acerca daquilo que se reencarna. Assim, por exemplo, a seita
budista Hinâyana; chamada também o Pequeno Veículo ou Escola Theravada
(Escola dos Maiores), admite que aquilo que se reencarna é uma espécie de
"energia" que passa de uma para outra encarnação. Em lugar de uma alma - ou
espírito
Todavia, Alexandra David-Neel, em sua obra Os Ensinamentos Secretos dos Budistas Ttbetanosç informa que no Tibete a mesma seita Theravada admite que aquilo que se reencarna é um princípio denominado Namshés, uma espécie de consciência (o Jiva dos hindus). A outra grande seita budista, o Mahâyana, ou Grande Veículo, ensina que é uma alma aquilo que se reencarna. Embora os adeptos da Escola Mahâyana creiam na metempsicose, Sinnet afirma que, nos escritos budistas autênticos, não há menção ao renascimento do homem em corpos de irracionais. Vê-se, imediatamente, que deve haver diferenças na forma de considerar a lei do carma (Karma) pelas filosofias e religiões reencarnacionistas.
7 - Como a física vê a possibilidade de retorno da energia centrada no espírito em outro corpo no processo de reencarnação, para o "resgate" do carma (Karma)? A física como ciência ortodoxa, e cujo objeto é bem definido, não cuida do espírito nem de hipotéticas energias eventualmente centradas neste último. Se algum físico está tentando abordar semelhante área de investigação, ele, por enquanto, não poderá falar em nome da física.
8 - Seria o espírito capaz de armazenar as informações adquiridas a cada encarnação? Que forma teriam essas informações a nível de energia? O espírito é capaz de aprender, de se lembrar de fatos passados e de suas conseqüências para direcionar, de maneira mais apropriada, sua energia, em atitudes da vida presente e futuras? Independentemente da abordagem em termos de física, as pesquisas acerca da reencarnação têm acumulado evidências que apontam a favor do registro permanente das informações obtidas pelo espírito, ao longo das suas encarnações sucessivas. O reaproveitamento das experiências vivenciadas durante suas existências é um dos mecanismos da evolução das espécies, inclusive do homem.
9 - A alma "cresce ", "amadurece" ou "envelhece"? O crescimento, o amadurecimento e o envelhecimento são contingências dos seres vivos em geral. Pela natureza atribuída à alma, parece um tanto impróprio assemelhá-la a um ser biológico. Entretanto, parece fora de dúvida que devam existir níveis evolutivos correspondentes às almas (ou espíritos). Logicamente, as almas que atravessam maior número de encarnações, em corpos que se submeteram a condições mais intensas de aprendizado, seriam as que "cresceram" e "amadureceram" mais. Seriam, assim, as mais "velhas".
10 - Como
se estabelece uma relação de tempo/espaço com o espírito? Onde se concentra
essa energia a partir do desencarne até a encarnação seguinte? Quantas
reencarnações são necessárias para o resgate do carma (Karma)?
Para nós, continuam vigorando o nosso calendário e as nossas medidas de espaço e tempo, quando avaliamos a situação espaço-temporal do espírito. Não há fatores de conversão conhecidos. Para os espíritos a coisa deve ser diferente, pois há evidências de que eles ocupam um espaço-tempo pentadimensional, a saber: quatro dimensões de espaço e uma de tempo. Quando se fala em "energia", é necessário que se esclareça o que se está querendo expressar. Energia é um ente abstrato que surge de relações matemáticas empregadas pela mecânica.
Na realidade a energia não pode ser vista, apalpada, etc. Sabe-se que ela existe na dependência de estados relativos dos objetos. Pela Teoria Especial da Relatividade, uma fórmula matemática exprime a relação entre a massa e a energia, mas isto não basta para termos uma imagem da energia como ente observável, como por exemplo uma pedra, uma gota de liquido ou uma corrente de ar. A pergunta parece-nos referir-se à "informação" que é conservada pelo espírito e que passa de uma encarnação para outra. Esta "informação" é armazenada na própria estrutura tetradimensional do espírito. Não existem meios de se estabelecer com segurança o número de reencarnações necessárias para "zerar" o carma (Karma). Talvez isso jamais ocorra, uma vez que o progresso do espírito parece ser indefinido. Se assim for, o encadeamento de causas e efeitos- não deve cessar.
11 - Como a reencarnação explica o crescimento populacional ano após ano? Em vista do maior número de nascimentos em relação à população de desencarnados, que carma (Karma) viriam resgatar os espíritos que encarnam naforma humana pela primeira vez? Em virtude da evolução biológica, a produção de espíritos forma uma corrente ininterrupta, que alimenta constantemente o fluxo reencarnatório em todos os níveis, inclusive o humano. Além disso, ainda existe a fonte da imigração planetária, que parece ser um fato real. A natureza do carma (Karma) não implica qualquer tipo de resgate. O carma (Karma) é a seqüência de causas e efeitos. Ele se inicia nas formas biomoleculares mais rudimentares e prossegue indefinidamente ao longo da evolução.
12 - Como surgem as doenças congênitas? Elas são resultado de um ajuste prévio feito pelo indivíduo, pelos dirigentes espirituais da nova encarnação, ou advêm de um processo mecânico? As doenças congênitas surgem em decorrência de anomalias genéticas. Segundo informações dos espíritos, obtidas através do médium Chico Xavier, alguns indivíduos podem sofrer tais moléstias em decorrência da necessidade de ajustes prévios solicitados pelos pacientes ou propostos por dirigentes espirituais. |
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Darma ou
Dharma (em sânscrito: धर्म, transl. Dharma; em páli Dhamma) significa "Lei
Natural" ou "Realidade". Com respeito ao seu significado espiritual, pode
ser considerado como o "Caminho para a Verdade Superior". O darma é a base
das filosofias, crenças e práticas que se originaram na Índia. |
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Praticar e
compreender o Dharma é uma coisa rara e preciosa. Poucas pessoas no
mundo são presenteadas com essa oportunidade. A maior parte das pessoas está
rodando em círculos, levadas pela ignorância e desejo, inconscientes da
possibilidade de saírem dessa roda de samsara, a roda de avidez e
ódio. As oportunidades para praticar surgem por causa de algo que na língua
páli se chama Parami. Cada momento mental que for livre de avidez, ódio e
ilusão tem certa força purificadora no fluxo da consciência; e em nossa
longa evolução acumulamos muitas dessas forças purificadoras dentro de
nossas mentes. Onde houver uma grande acumulação desses fatores benéficos de
não-avidez, não-ódio e não-ilusão, os paramis tornam-se fortes e
resultam em todo tipo de felicidade, desde os prazeres sensuais mais
mundanos até a mais elevada felicidade da iluminação. Nada acontece por
acaso ou sem causa.
O primeiro deles
é a generosidade. Dar é a expressão do fator mental não-avidez em
ação. Não-avidez significa ceder, abrir mão, não segurar, não agarrar, não
se enganchar. Toda vez que dividimos algo ou damos algo a alguém, isso
reforça o fator benéfico, até que se torna uma força mental poderosa. O Buda
disse que se soubéssemos, como ele sabia, qual o fruto do ato de dar, nós
não deixaríamos passar nem sequer uma simples refeição sem dividi-la. Os
resultados cármicos da generosidade são a abundância e relacionamentos
profundamente harmoniosos com as outras pessoas. Dividir, compartilhar o que
temos é uma forma linda de nos relacionarmos com os outros e nossas amizades
ficarão muito intensificadas pela qualidade da generosidade. Ainda mais
significante é que o cultivo da não-avidez torna-se uma grande força de
liberação. O que nos mantém presos é o desejo e o apego em nossas mentes. À
medida que praticamos o dar, aprendemos a ceder, a abrir mão.
Não matar, não roubar, não cometer desregramento
sexual, não utilizar discurso errado e não utilizar tóxicos que turvam a
mente e a tornam embaraçada.
Do site Saindo do Matrix: http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2006/03/os_tres_pilares.html
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