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101 - ESPIRITISMO: |
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101.3 - Porque esquecemos da vida anterior?
101.4 - Allan Kardec : Vida e Obra.
101.5 - Intermissão (Intervalo entre vidas).
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101.1 - O que é Espiritismo? O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno
e
A Gênese.
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101.1.1 - O que revela?
• Revela, ainda, o que
somos, de onde viemos, para onde vamos, qual o objetivo da existência
terrena e qual a razão da dor e do sofrimento. |
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Fonte: http://www.sobresites.com/espiritismo/espiritismo.htm |
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101.2 - Reencarnação: A reencarnação não é de origem ocidental foi emprestada das religiões orientais, principalmente hinduísta. É o mesmo que:
http://www.cacp.org.br/reencarnacao-concilio.htm
A Alma, que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea, pode acabar de depurar-se sofrendo a prova de uma nova existência (reencarnando). Depurando-se, a alma indubitavelmente experimenta uma transformação, mas para isso necessária lhe é a prova da vida corporal. Todos contamos muitas existências. Os que dizem o contrário pretendem manter-vos na ignorância em que eles próprios se encontram. Esse o desejo deles. Fonte: Livro dos Espiritos - página 120 q.166
As nossas diversas existências corporais se verificam em diferentes mundos. As que aqui passamos não são as perfeição. Fonte: Livro dos Espiritos – página 122 q.172
A cada nova existência corporal a alma passa de um mundo para outro, ou pode ter muitas no mesmo globo. A Alma pode viver muitas vezes no mesmo globo, se não se adiantou bastante para passar a um mundo superior. Podemos reaparecer muitas vezes na Terra. Podemos, inclusive, voltar a este, depois de termos vivido em outros mundos. Fonte: Livro dos Espiritos - página 123 q.173.
É variável o número das encarnações para todos os Espíritos. Aquele que caminha depressa, a muitas provas se forra. Todavia, as encarnações sucessivas são sempre muito numerosas, porquanto o progresso é quase infinito. Fonte: Livro dos Espiritos - página 121 q. 169
Algumas vezes a Alma reencarna imediatamente, porém, de ordinário só o faz depois de intervalos mais ou menos longos. Nos mundos superiores, a reencarnação é quase sempre imediata. Sendo aí menos grosseira a matéria corporal, o Espírito, quando encarnado nesses mundos, goza quase que de todas as suas faculdades de Espírito, sendo o seu estado normal o dos sonâmbulos lúcidos entre vós. Fonte: Livro dos Espiritos - página 154 questão 223
Retirado do site: http://www.guia.heu.nom.br/reencarnacao.htm
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101.3 - Porque esquecemos da vida anterior?
Dizem todos os Espíritos
que, na erraticidade, eles se aplicam a pesquisar, estudar, observar, a fim
de fazerem a sua escolha para a próxima reencarnarão
101.3.1 - RESTRINGIMENTO:
Esquema muito simplificado de aparelho eletromagnético de restringimento do corpo espiritual - no plano espiritual - para reencarnações compulsórias e adiadas, e pequeníssimo corpo ovalado em que resulta, contendo todo o substrato do Espírito reencarnante, sendo que os pontos indicados correspondem aos seus centros de força. Fonte: IMAGENS DO ALÉM – Heigorina Cunha / Espírito Lucius
101.3.2 - OVOIDIZAÇÃO:
Aproximando-se o momento de reencarnação, o Espírito reencarnante, comumente, entra em gradativo processo de redução psicossômica (lembrando o chamado fenômeno da ovoidização), o qual acontece concomitantemente com a diminuição da consciência de si. Para os Espíritos superiores dispensariam esse apagamento da consciência, pelo menos, até as fases finais. No momento da concepção do corpo que se lhe destina, o Espírito é apanhado por uma corrente fluídica que, semelhante a uma rede, o toma e aproxima da sua nova morada. Desde o instante da concepção, a perturbação ganha o Espírito; suas idéias se tornam confusas; suas faculdades se somem. No ato da reencarnação, as faculdades do Espírito não ficam apenas entorpecidas por uma espécie de sono momentâneo, todas, sem exceção, passam ao estado de latência.
Fonte: Perispirito - páginas 39/40 - Zalmino Zimmermann / Obras Póstimas - cit. páginas 202 / 203 - Kardec.
101.3.3 - MONOIDEÍSMO E REENCARNAÇÃO:
Ressurgir na própria taba e renascer na carne, cujas exalações lhe magnetizam a alma, constituem aspiração incessante do selvagem desencarnado.
Estabelece-se nele o monoideísmo pelo qual os outros desejos se lhe esmaecem no íntimo. Pela oclusão de estímulos outros, os órgãos do corpo espiritual se retraem ou se atrofiam, por ausência de função, e se voltam, instintivamente, para a sede do governo mental, onde se localizam, ocultos e definhados, no fulcro dos pensamentos em circuito fechado sobre si mesmos, quais implementos potenciais do germe vivo entre as paredes do ovo.
Em tais circunstâncias, se o monoideísmo é somente reversível através da reencarnação, a criatura humana desencarnada, mantida a justa distância, lembra as bactérias que se transformam em esporos quando as condições de meio se lhes apresentam inadequadas, tornando-se imóveis e resistindo admiravelmente ao frio e ao calor, durante anos, para regressarem ao ciclo de evolução que lhes é peculiar, tão logo se identifiquem, de novo, em ambiente propício.
Sentindo-se em clima adverso ao seu modo de ser, o homem primitivo, desenfaixado do envoltório físico, recusa-se ao movimento na esfera extrafísica, submergindo-se lentamente, na atrofia das células que lhe tecem o corpo espiritual, por monoideísmo auto-hipnotizante, provocado pelo pensamento fixo-depressivo que lhe define o anseio de retorno ao abrigo fisiológico.
Nesse período, afirmamos habitualmente que o desencarnado perdeu o seu corpo espiritual, transubstanciando-se num corpo ovóide, o que ocorre, aliás, a inúmeros desencarnados outros, em situação de desequilíbrio, cabendo-nos notar que essa forma, segundo a nossa maneira atual de percepção, expressa o corpo mental da individualidade, a encenar consigo, conforme os princípios ontogenéticos da Criação Divina, todos os órgãos virtuais de exteriorização da alma, nos círculos terrestres e espirituais, assim como o ovo, aparentemente simples, guarda hoje a ave poderosa de amanhã, ou como a semente minúscula, que conserva nos tecidos embrionários a árvore vigorosa em que se transformará no porvir. Fonte: Evolução em Dois Mundos - pág. 90 - André Luiz
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101.4 - Allan Kardec : Vida e Obra. Hyppolyte Leon Denizard Rivail (Allan Kardec), nasceu em 3 de outubro de 1804, em Lion, França. Ele era filho de um juiz, Jean Baptiste-Antoine Rivail, e sua mãe chamava-se Jeanne Louise Duhamel.
O professor Rivail fez em Lion os seus
primeiros estudos e completou em seguida a sua bagagem escolar, em Yverdun
(Suíça), com o célebre professor Pestalozzi, de quem cedo se tornou um dos
mais eminentes discípulos, colaborador inteligente e dedicado. Aplicou-se,
de todo o coração, à propaganda do sistema de educação que exerceu tão
grande influência sobre a reforma dos estudos na França e na Alemanha.
Muitíssimas vezes, quando Pestalozzi era chamado pelos governos, para fundar
institutos semelhantes ao de
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101.5 - INTERMISSÃO REENCARNATÓRIA:
Intermissão: Termo empregado por
Hernani Guimarães Andrade (cientista brasileiro) para designar, em
Espiritismo, o intervalo entre encarnações.
São inúmeros os projetos
de corpos futuros nos setores de serviço das instituições reencarnacionistas.
Depreende-se, da maioria deles, que todos os enfermos na carne são almas em
trabalho da ingente conquista de si próprias. Ninguém trai a Vontade de
Deus, nos processos evolutivos, sem graves tarefas de reparação, e todos os
que tentara enganar a Natureza, quadro legítimo das Leis Divinas, acabam por
enganar a si mesmos. A vida é uma sinfonia perfeita. Quando procuramos
desafiná-la, no círculo das notas que devemos emitir para a sua máxima
glorificação, somos compelidos a estacionar em pesado serviço de
recomposição da harmonia quebrada.
Os Espíritos errantes
não têm liberdade para ir a todos os mundos. Pelo simples fato de haver
deixado o corpo, o Espírito não se acha completamente desprendido da matéria
e continua a pertencer ao mundo onde acabou de viver, ou a outro do mesmo
grau, a menos que, durante a vida, se tenha elevado, o que, aliás, constitui
o objetivo para que devem tender seus esforços, pois, do contrário, nunca se
aperfeiçoaria. Pode, no entanto, ir a alguns mundos superiores, mas na
qualidade de estrangeiro. A bem dizer, consegue apenas entrevê-los, donde
lhe nasce o desejo de melhorar-se, para ser digno da felicidade de que gozam
os que os habitam, para ser digno também de habitá-los mais tarde.
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101.6 -
PALINGENESIA: |
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