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Indice |
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compilado por Beraldo Figueiredo |
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301 - JESUS CRISTO: |
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Nascido em
Belém, cidade da Judéia meridional, nos últimos anos do reinado
de Herodes o Grande, quando Roma dominava a Palestina e
Augusto era o imperador Romano.
No
sexto mês da gestação de Isabel, o mesmo anjo Gabriel
aparece a Maria na cidade de Nazaré, a qual era virgem e
noiva de José, e anuncia que ela viria a conceber do
Espírito Santo e que daria ao seu filho o nome de Jesus.
Mateus traz a informação de que José, ao saber que sua
noiva estava grávida, não teria compreendido inicialmente
que Maria recebera a missão de conceber o Messias e se
afastou dela. Mas em sonho, um anjo o revelou a vontade de
Deus, e aceitando-a, recebeu Maria como esposa.
Segundo Mateus, o imperador Otávio Augusto
teria promovido um recenseamento de todos os habitantes do
Império, tendo estes que se alistar em suas respectivas
cidades. José, por ser da cidade de Belém, teria levado
Maria até esta cidade. Chegando ao local de destino, por não
terem encontrado hospedagem, Jesus nasce em uma
manjedoura. Segundo Lucas, os pastores da região,
avisados por um anjo, vieram até o local do nascimento de
Jesus.
Completados os oito dias que determinava a tradição judaica,
Jesus foi apresentado ao templo por sua família para
ser circuncidado, quando foi abençoado por Simeão e Ana.
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Segundo o relato
do evangelista Mateus, Jesus teria recebido a visita dos magos
do oriente, os quais, segundo a tradição natalina, seriam três reis
da Pérsia. Os magos teriam chegado a Jerusalém seguindo a trajetória
de uma estrela que anunciaria a vinda do Messias ao mundo. E,
ao encontrarem Jesus numa casa com Maria, adoraram-lhe e ofertaram ouro,
incenso e mirra representando, respectivamente, a sua realeza, a sua
divindade e a sua imortalidade. Por causa desta visita Herodes teria se
decidido a matar aquele que lhe iria tomar o trono. Tal notícia teria
chegado a José, que então foge com Maria e o menino para o Egito. Jesus e
sua família teriam permanecido no Egito até a morte de Herodes, quando então
José, após ser avisado por um anjo em seus sonhos, retorna para a cidade de
Nazaré.
Fonte:
Biblia |
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... QUE ATIRE A
PRIMEIRA PEDRA!
Maria Madalena
(Adúltera)
João 8:1 Jesus, entretanto, foi para o monte das Oliveiras.
João 8:2 De madrugada, voltou novamente para o templo, e todo o povo
ia ter com ele; e, assentado, os ensinava.
João 8:3 Os escribas e fariseus trouxeram à sua presença uma mulher
surpreendida em adultério e, fazendo-a ficar de pé no meio de todos,
João 8:4 disseram a Jesus: Mestre, esta mulher foi apanhada em
flagrante adultério.
João 8:5 E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam
apedrejadas; tu, pois, que dizes?
João 8:6 Isto diziam eles tentando-o, para terem de que o acusar. Mas
Jesus, inclinando-se, escrevia na terra com o dedo.
João 8:7 Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes
disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado
seja o primeiro que lhe atire pedra.
João 8:8 E, tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão.
João 8:9 Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria
consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até
aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava.
João 8:10 Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da
mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém
te condenou?
João 8:11 Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem
eu tampouco te condeno; vai e não peques mais. |
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A Prisão e o Julgamento:
Mais tarde, na mesma noite,
segundo os sinóticos, Jesus teria ido para o jardim de
Getsêmani, na encosta do monte das Oliveiras, em
frente ao Templo, para orar. Três discípulos — Pedro, Tiago
e João — faziam-lhe companhia.
Judas Iscariotes havia
realmente traído Jesus, e o entregou aos sacerdotes e aos
anciãos de Jerusalém, que pretendiam prendê-lo, por trinta
moedas de prata. Acompanhado por um grupo de homens armados,
Judas chegou ao jardim enquanto Jesus orava, para prendê-lo.
Ao beijá-lo na face, revelou a identidade de Jesus e este
foi preso. Por parte de seus seguidores houve um princípio
de resistência, mas depois todos se dispersaram e fugiram
Os soldados levaram Jesus para a casa do Sumo Sacerdote. A lei
judaica não permitia que o Sinédrio, a suprema corte judaica, se
reunisse durante o Pessach e condenasse um homem à morte durante a
noite. Jesus foi acusado primeiramente de ameaçar destruir o templo, mas as
testemunhas entraram em desacordo. Depois, perguntaram a Jesus se ele
era o Messias, o Filho de Deus e rei dos judeus. Jesus respondeu que
era, e foi então acusado de blasfemar ao dizer-se Deus. |
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Após isso, os líderes judeus levaram Jesus à
presença de Pôncio Pilatos, que então governava a província romana da
Judéia. Acusavam-no de estar traindo Roma ao dizer-se rei dos judeus. Como
Jesus era galileu, Pilatos enviou-o a Herodes Antipas — filho de
Herodes, o Grande — que governava a Galiléia. Lucas conta que Herodes
zombou de Jesus, vestindo-o com um manto real, e devolveu-o a Pilatos.
Era de praxe os governantes romanos libertarem
um prisioneiro judeu por ocasião do Pessach. Pilatos expôs Jesus e um
assassino condenado, de nome Barrabás, na escadaria do palácio, e
pediu à multidão que escolhesse qual dos dois deveria ser posto em
liberdade. A multidão voltou-se contra Jesus e escolheu Barrabás.
Pilatos condenou então Jesus a morrer na cruz.
A crucificação era uma forma comum de execução romana, aplicada, em geral,
aos criminosos de classes inferiores.
Jesus foi vestido com um manto vermelho,
puseram-lhe na cabeça uma coroa de espinhos e na mão uma vara de bambu. Os
soldados romanos zombavam dele dizendo: "Salve o Rei dos Judeus".
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A seguir, espancaram-no e
cuspiram nele. Forçaram-no a carregar a própria cruz, até um
lugar chamado gólgota. Ao vê-lo perder as forças, ordenaram
a um homem, de nome Simão Cireneu, que tomasse da
cruz e a carregasse durante parte do caminho.
Conduzido para fora da cidade,
Jesus foi pregado na cruz pelos soldados romanos.
Fonte: Bíblia
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VIA SACRA (Via crucis) |
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TRANSFIGURAÇÃO
DE JESUS
RESSURREIÇÃO
DE JESUS |
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A Transfiguração de Jesus
na Bíblia é uma passagem descrita nos Evangelhos
sinópticos em que Jesus teria subido a um monte para orar
com Pedro, Tiago e João. Ali, tendo
mudado sua aparência a ponto de tornarem brancas as suas
vestes, os discípulos tiveram a visão de que Jesus estivesse
conversando com os profetas Moisés e Elias.
De acordo com o relato contido
no Evangelho segundo Mateus, capítulo 17, verso 2,
consta que o rosto de Jesus resplandecia como o
Sol, e a suas vestes tornaram-se brancas como a luz.
Ressurreição em latim (resurrectione), grego (a·ná·sta·sis).
Significa literalmente "levantar; erguer". Esta palavra é usada com
freqüência nas Escrituras bíblicas, referindo à ressurreição dos mortos.
No seio do povo hebreu, a palavra correlata designava diversos fenômenos que
eram confundidos na mentalidade da época. O seu significado literal é
voltar à vida, assim o ato de devolver uma pessoa considerada morta era
chamada ressurreição; Existe a conotação escatológica adotada pela igreja
católica para esse termo que é a ressurreição dos mortos no dia do juízo
final.
A
Ressurreição de Jesus é ponto fundamental da fé cristã, a ponto que
São Paulo pode dizer: “Se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação;
vazia também é a vossa fé... Se Cristo não ressuscitou, vazia é a vossa fé;
ainda estais nos vossos pecados” (1Cor 15, 14.17).
A ressurreição de Jesus é um fato histórico inegável. O primeiro
acontecimento da manhã do Domingo de Páscoa foi a descoberta do
sepulcro vazio (cf. Mc 16, 1-8). Ele foi a base de toda a ação e pregação
dos Apóstolos, e foi muito bem registrada por eles. São João afirma: “O que
vimos, ouvimos e as nossas mãos apalparam isto atestamos” (1 Jo 1,1-2).
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Resumo Biográfico de Jesus Cristo:
Os textos que serviram de referência sobre a
vida de Jesus são os quatro evangelhos do Novo testamento da Bíblia,
livro sagrado do cristianismo, e que foram escritos em diferentes épocas por
discípulos de Jesus: Mateus, Marcos, João e Lucas. A palavra
evangelho se originou no grego antigo "euaggélion" e quer dizer boa
nova, boa notícia.
No século 19, quando o pensamento científico
impôs-se sobre o religioso, os evangelhos não foram mais aceitos como
documentos históricos - e a biografia de Jesus, assim como sua existência,
passou a ser questionada.
Mas, daí em diante, pesquisadores juntaram provas de que Yeshua Ben
Yossef (Jesus filho de José, em aramaico, a língua cotidiana da época na
região), nasceu em Belém ou em Nazaré, por volta do ano 6 a.C., no fim do
reinado de Herodes Antipas. A diferença entre a data real de
nascimento de Jesus e o ano 1 do calendário cristão se deve a um erro de
cálculo.
José, o pai de Jesus, era carpinteiro, e Maria, a mãe, era uma
jovem que havia sido prometida em casamento a José. Na religião cristã ou
cristianismo, Jesus é considerado o filho de Deus, gerado de forma
milagrosa, sem parentesco com José.
Maria teria recebido a visita do arcanjo Gabriel (o anjo da
Anunciação, o mesmo que seria visto por Maomé 600 anos depois) e sabido que,
por obra do Espírito Santo, seria a mãe do Filho (Jesus) de Deus (Pai) que
viria ao mundo para salvar a humanidade. Essa seria a base do cristianismo
que se formou a partir de então: a trilogia formada por Pai, Filho e
Espírito Santo.
O Evangelho de Lucas traz a Anunciação como ocorrida em Nazaré, onde José e
Maria viviam, e conta que o casal foi obrigado a viajar até Belém, onde
Jesus nasceu, pelo censo "ordenado quando Quirino era governador da Síria".
A Bíblia não fala quase nada sobre a infância e a adolescência de Jesus, com
exceção de uma passagem em que, aos 12 anos, numa visita ao Templo de
Jerusalém durante a Páscoa judaica, seus pais o encontram discutindo
teologia com os sábios nas escadarias do templo.
Os evangelhos apócrifos - aqueles que não foram aceitos pela Igreja -
descrevem Jesus como um menino travesso, que dava vida a figuras de barro
para impressionar os colegas.
Aos 30 anos de idade, Jesus começou a divulgar suas idéias em
público e a fazer milagres. Ele se fez batizar por João Batista nas
margens do rio Jordão. Jesus viajou para a Galiléia e seus primeiros
seguidores (discípulos) foram pescadores do lago Tiberíades. Eles viviam
perto dali, em Cafarnaum, um povoado com cerca de 1.500 moradores.
Escavações encontraram os restos da casa de um dos discípulos, provavelmente
de Simão Pedro (hoje conhecido como São Pedro), além de um barco datado da
mesma época da passagem de Cristo pelo lugar.
Embora Jesus não tenha se esforçado para obter fama, esta se espalhou por
toda a região e passou a incomodar governantes romanos e líderes religiosos
judeus. Seu ato mais controverso foi anunciar que era Deus, ou filho de
Deus: isso era uma violação da lei judaica. Os líderes religiosos
convenceram o governador romano Pilatos a autorizar sua execução.
Ele foi preso, no Jardim do Getsêmani, em Jerusalém. Julgado, Jesus
reafirmou sua missão divina e foi condenado. Atravessou as ruas carregando a
cruz e foi crucificado, aos 33 anos, entre dois ladrões, no Gólgota, o morro
do calvário ou da caveira.
Daí em diante, as narrativas ficam sem comprovação histórica, a não ser no
terreno da fé cristã: depois de ser enterrado, ele teria ressuscitado e seu
corpo foi levado aos céus, onde está sentado à direita do Pai.
Fonte:
Bíblia – Retirado do site:
http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u636.jhtm
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Os milagres relatados
|
As
curas |
Mateus |
Marcos |
Lucas |
João |
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Um leproso |
8:2-4 |
1:40-42 |
5:12-13 |
- |
|
O servo de um
centurião romano |
8:5-13 |
- |
7:1-10 |
- |
|
A sogra de Pedro |
8:14-15 |
1:30-31 |
4:38-39 |
- |
|
Dois endemoninhados
gadarenos |
8:28-34 |
5:1-15 |
8:27-35 |
- |
|
Um paralítico |
9:2-7 |
2:3-12 |
5:18-25 |
- |
|
Uma mulher com
hemorragia há 12 anos |
9:20-22 |
5:25-29 |
8:43-48 |
- |
|
Dois cegos |
9:27-31 |
- |
- |
- |
|
Um homem mudo e
endemoninhado |
9:32-33 |
- |
- |
- |
|
Um homem com a mão
definhada |
12:10-13 |
3:1-5 |
6:6-10 |
- |
|
Um endemoninhado cego
e mudo |
12:22 |
- |
11:14 |
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A filha endemoninhada
de uma cananéia |
15:21-28 |
7:24-30 |
- |
- |
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Um menino lunático |
17:14-18 |
9:17-29 |
9:38-43 |
- |
|
Dois cegos |
20:29-34 |
10:46-52 |
18:35-43 |
- |
|
Um surdo que falava
com dificuldade |
- |
7:31-37 |
- |
- |
|
Um endemoninhado na
sinagoga |
- |
1:23-26 |
4:33-35 |
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Um cego de Betsaida |
- |
8:22-26 |
- |
- |
|
Uma mulher que andava
curvada |
- |
- |
13:11-13 |
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Um homem hidrópico |
- |
- |
14:1-4 |
- |
|
Dez homens leprosos |
- |
- |
17:11-19 |
- |
|
Um servo do sumo
sacerdote |
- |
- |
22:50-51 |
- |
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O filho enfermo de um
nobre |
- |
- |
- |
4:46-54 |
|
Um enfermo do tanque
de Betesda |
- |
- |
- |
5:1-9 |
|
Um homem cego de
nascença |
- |
- |
- |
9:1-7 |
|
O
poder sobre a natureza |
Mateus |
Marcos |
Lucas |
João |
|
Jesus acalma o vento e
o mar |
8:23-27 |
4:37-41 |
8:22-25 |
- |
|
Jesus caminha sobre as
águas |
14:25 |
6:48-51 |
- |
6:19-21 |
|
A 1ª multiplicação de
pães e peixes |
14:15-21 |
6:35-44 |
9:12-17 |
6:6-13 |
|
A 2ª multiplicação de
pães e peixes |
15:32-38 |
8:1-9 |
- |
- |
|
O peixe com uma moeda
na boca |
17:24-27 |
- |
- |
- |
|
A figueira se torna
estéril |
21:18-22 |
11:12-14,20-25 |
- |
- |
|
A água é transformada
em vinho |
- |
- |
- |
2:1-11 |
|
A 1ª pesca milagrosa |
- |
- |
5:1-11 |
- |
|
A 2ª pesca milagrosa |
- |
- |
- |
21:1-11 |
|
O
Poder sobre a morte |
Mateus |
Marcos |
Lucas |
João |
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Ressurreição da filha
de Jairo |
9:18-25 |
5:22-24,35-42 |
8:41-56 |
- |
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Ressurreição do filho
de uma viúva |
- |
7:11-15 |
- |
- |
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Ressurreição de Lázaro
em Bethânia |
- |
- |
- |
11:17-45 |
|
Sua própria
Ressurreição |
28:1-7 |
16:1-6 |
24:1-9 |
20:11-18 |
Fonte: Wikipédia |
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OS DISCÍPULOS (APÓSTOLOS) DE
JESUS CRISTO:
A
palavra “discípulos” se refere a um “aprendiz” ou
“seguidor”. A palavra “apóstolo” se refere a “alguém que é
enviado”. Enquanto Jesus estava na terra, os doze eram
chamados discípulos. Os 12 discípulos seguiram a Jesus
Cristo, aprenderam com Ele, e foram treinados por Ele. Após
a ressurreição e a ascensão de Jesus, Ele enviou os
discípulos ao mundo (Mateus 28:18-20) para que fossem Suas
testemunhas. Eles então passaram a ser conhecidos como os
doze apóstolos. No entanto, mesmo quando Jesus ainda estava
na terra, os termos discípulos e apóstolos eram de certa
forma usados alternadamente, enquanto Jesus os treinava e
enviava para pregarem.
Os doze discípulos/apóstolos originais estão listados em
Mateus 10:2-4: “Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes:
primeiro, Simão, por sobrenome Pedro, e André, seu irmão;
Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e
Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de
Alfeu, e Tadeu; Simão, o Zelote, e Judas Iscariotes, que foi
quem o traiu”. A Bíblia também lista os 12
discípulos/apóstolos em Marcos 3:16-19 e Lucas 6:13-16. Ao
comparar as três passagens, há algumas pequenas diferenças.
Aparentemente, Tadeu também era conhecido como “Judas, filho
de Tiago” (Lucas 6:16). Simão, o Zelote também era conhecido
como Simão, o cananeu. Judas Iscariotes, que traiu Jesus,
foi substituído entre os doze apóstolos por Matias (veja
Atos 1:20-26). Alguns professores bíblicos vêem Matias como
um membro “inválido” para os 12 apóstolos, e acreditam que o
apóstolo Paulo foi a escolha de Deus para substituir Judas
Iscariotes como o décimo segundo apóstolo.
Os doze discípulos/apóstolos eram homens comuns a quem Deus
usou de maneira extraordinária. Entre os 12 estavam
pescadores, um coletor de impostos, um revolucionário. Os
Evangelhos registram as constantes falhas, dificuldades e
dúvidas destes doze homens que seguiam a Jesus Cristo. Após
testemunharem a ressurreição e a ascensão de Jesus ao Céu, o
Espírito Santo transformou os discípulos/apóstolos em homens
poderosos de Deus que “viraram o mundo de cabeça para baixo”
(Atos 17:6). Qual foi a mudança? Os 12 apóstolos/discípulos
haviam “estado com Jesus” (Atos 4:13). Que o mesmo possa ser
dito de nós!
Fonte:
https://www.gotquestions.org/Portugues/doze-discipulos-apostolos.html
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O SERMÃO DA MONTANHA
É um ponto
fundamental do Evangelho, encerra o substrato dos ensinamentos redentores de
Jesus,
resumindo o
estatuto moral da Fraternidade dos Discípulos de Jesus, possibilitando a
conduta
pessoal
evangélica através de uma conscientização analítica e perseverante. É a
Carta Magna do
Testamento
de Amor entre os homens e Deus, na intimidade das relações do homem com o
seu
semelhante.
Abaixo uma síntese do texto original (Mateus: Capítulo 5):
Jesus,
pois, vendo ele as multidões, subiu à montanha. Ao sentar-se, aproximaram-se
dele os
seus
discípulos.
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E pôs-se
a falar e os ensinava, dizendo:
01-
Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus.
02-
Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.
03-
Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados.
04-
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
05-
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
06-
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
07-
Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.
08-
Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é
o Reino dos Céus.
09-
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguiram e, mentindo,
disserem todo mal
contra vós
por causa de mim.
10-
Alegrai-vos e regozijai-vos, porque será grande a vossa recompensa nos céus,
pois foi assim que
perseguiram
os profetas, que vieram antes de vós.
11- Vós sois
o sal da terra. Ora, se o sal se tornar insosso, com que o salgaremos? Para
nada mais
serve, senão
para ser lançado fora e pisado pelos homens.
12- Vós sois
a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte.
13- Nem se
acende uma lâmpada e se coloca debaixo do alqueire, mas no candelabro, e
assim ela
brilha para
todos os que estão na casa.
14- Brilhe
do mesmo modo a vossa luz diante dos homens, para que vendo as vossas boas
obras, ele
glorifiquem
vosso Pai que está nos céus.
15- Não
penseis que vim revogar a Lei e os Profetas. Não vim revogá-los, mas
dar-lhes pleno
cumprimento.
16- Porque
em verdade vos digo que, até que passem o céu e a terra, não será omitido
nem um só i,
uma só
vírgula da Lei, sem que tudo seja realizado.
17- Aquele,
portanto, que violar um só desses mandamentos e ensinar os homens a fazerem
o
mesmo, será
chamado o menor no Reino dos Céus. Aquele, porém, que os praticar e os
ensinar,
esse será
chamado grande no Reino dos Céus.
18- Com
efeito, eu vos asseguro que se a vossa justiça não exceder a dos escribas e
a dos fariseus,
não
entrareis no Reino dos Céus.
19- Ouvistes
que foi dito aos antigos: Não matarás; aquele que matar terá de responder no
tribunal.
20- Eu,
porém, vos digo: todo aquele que se encolerizar contra seu irmão, terá de
responder no
tribunal;
aquele que chamar ao seu irmão “Cretino” estará sujeito ao julgamento do
Sinédrio,
aquele que
lhe chamar “Louco” estará de responder na geena de fogo.
21-
Portanto, se estiveres para trazer a tua oferta ao altar e ali te lembrares
de que o teu irmão tem
alguma coisa
contra ti,
22- deixa a
tua oferta ali diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com o teu
irmão; e depois virás
apresentar a
tua oferta.
23- Assume
logo uma atitude conciliadora com o teu adversário, enquanto estás com ele
no caminho,
para não
acontecer que o adversário te entregue ao juiz e o juiz ao oficial de
justiça e, assim,
sejas
lançado na prisão.
24- Em
verdade te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo.
27 Ouvistes
que foi dito: Não cometerás adultério.
25- Eu,
porém, vos digo: todo aquele que olha para uma mulher com desejo libidinoso
já cometeu
adultério
com ela em seu coração.
26- Caso o
teu olho direito te leve a pecar, arranca-o lança-o para longe de ti, pois é
preferível que se
perca um dos
teus membros do que todo o teu corpo seja lançado na geena.
27- Caso tua
mão direita te leve a pecar, corta-a e lança-a para longe de ti, pois é
preferível que se
perca um dos
teus membros do que todo o teu corpo vá para a geena.
28- Foi
dito: Aquele que repudiar a sua mulher, dê-lhe uma carta de divórcio.
29- Eu,
porém, vos digo: todo aquele que repudia sua mulher, a não ser por motivo de
infidelidade,
faz com ela
adultere; e aquele que se casa com a repudiada comete adultério.
30- Ouvistes
também que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás os teus
juramentos para
com o
Senhor.
31- Eu,
porém, vos digo: não jureis em hipótese nenhuma; nem pelo Céu, porque é o
trono de Deus,
32- nem pela
Terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a Cidade
do
Grande Rei,
33- nem
jures pela tua cabeça, porque tu não tens o poder de tornar um só cabelo
branco ou preto.
34- Seja o
vosso “sim”, sim e vosso “não”, não. O que passa disso vem do Maligno.
35- Ouvistes
que foi dito: Olho por olho, e dente por dente.
36- Eu,
porém, vos digo: não resistais ao homem mau; antes, àquele que te fere na
face direita
oferece-lhe
também a esquerda;
37- e àquele
que quer pleitear contigo, para tomar-te a túnica, deixa-lhe também a veste;
38- e, se
alguém te obrigar a andar u’a milha, caminha com ele duas.
39- Dá ao
que te pede e não voltes as costas ao que te pede emprestado.
40- Ouvistes
que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás ao teu inimigo.
41- Eu,
porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem;
42- desse
modo vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz
nascer o seu sol
igualmente
sobre maus e bons e cair a chuva sobre justos e injustos.
43- Com
efeito, se amais aos que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem também
os
publicanos a
mesma coisa?
44- E se
saudais apenas os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem também os
gentios a
mesma coisa?
45-
Portanto, deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito.
Referências
Bibliográficas:
Curso Básico
de Espiritismo – 1º ano
Curso Básico
de Espiritismo – 2º ano
Federação
Espírita do Estado de São Paulo
A Bíblia de
Jerusalém – Edições Paulinas.
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Segundo o cristianismo esotérico:
Na tradição
ocidental esotérica, Essenia e mais tarde Rosacruciana, é
realizada a distinção entre Jesus e o Cristo
. Jesus é considerado um elevado Iniciado da onda de vida humana (que evolui
através do ciclo de renascimentos) e que possuía um tipo de mente
singularmente puro, vastamente superior à grande maioria da humanidade
atual. Ele foi instruído durante a juventude pelos Essenios para a mais
elevada honra concedida a um ser humano: preparar o seu corpo físico e o
corpo vital (ou etérico) puros, sem paixão, e altamente desenvolvidos (já
sintonizados com as elevadas vibrações do "espírito de vida") para os ceder,
no momento do Batismo, ao Cristo para o Seu ministério no plano ou mundo
físico. Cristo é considerado o mais elevado Ser espiritual da onda de vida
que se designa por Arcanjos e completou a sua união ("o Filho") com o
segundo aspecto de Deus (os três aspectos de Deus, segundo o Cristianismo
esotérico, são: Vontade, Sabedoria e Atividade).
Nesta tradição, é
feita a distinção clara entre o Cristo Cósmico ou exterior e o Cristo
Interno, sendo que o Cristo Cósmico auxilia cada indivíduo na formação do
Cristo Interno (também designado por corpo-alma, tradução correcta da
expressão "soma psuchicon" de Paulo de Tarso, ou o Dourado Manto
Nupcial (Mateus 22:2,11)); contudo frisa-se que a formação do Cristo
Interno é um trabalho da responsabilidade de cada indivíduo. O Cristo
Interno é considerado o verdadeiro Salvador que necessita de nascer no
interior de cada indivíduo para que o mesmo possa progredir para a futura
Sexta Época na região etérica da Terra, isto é, na Nova Galileia: "uns
novos céus, e uma nova terra". De acordo com a presente tradição, o
Segundo Advento do Cristo não é realizado no corpo físico mas sim no novo
corpo-alma de cada indivíduo na região etérica do planeta ("seremos
arrebatados juntamente com eles sobre as nuvens, para irmos ao encontro do
Senhor nos ares" (I Tessalonicenses 4:17)), e o Dia de consumação
deste evento, conforme descrito na Bíblia, não é do conhecimento do homem. A
tradição esotérica Cristã ensina que virá primeiro um período preparatório
conforme o Sol entre por precessão em Aquarius: a Era de Aquarius que se irá
iniciar.
Algumas correntes
ocultistas consideram que Cristo não é um indivíduo mas um cargo ou função
da Hierarquia Espiritual. Maitreya tem sido o Cristo nos últimos
2.600 anos e ainda seguirá nessa função durante toda a Era de Aquário. Na
Palestina, há cerca de 2.000 anos, Maitreya trabalhou através de seu então
discípulo Jesus.
Desde o batismo de
Jesus no rio Jordão até sua crucificação, a consciência de Maitreya se fez
presente com o pleno consentimento e cooperação de Jesus. Esse processo
consciente, usado entre os mestres e seus discípulos, foi descrito pela
ocultista Helena Blavatsky. Dessa forma, Maitreya pode assim mostrar
ao mundo a grande força espiritual a que chamamos Amor. Em 1948, o
iminente reaparecimento de Maitreya foi revelado no livro da médium Alice
Bailey, A Reaparição do Cristo
Segundo o cristianismo:
Segundo a obra "Livro dos Espíritos", Jesus é um modelo
moral para os seres humanos (encarados como sendo
espíritos encarnados), um exemplo de conduta a ser
seguido na busca pelo auto-aperfeiçoamento a que todos
estariam destinados. Igualmente, é um modelo moral para
todos os espíritos desencarnados (não existem espíritos que
não habitem "o" "mundo espiritual".
Os
espíritos encarnados e o mundo material também estão no
mundo espiritual e não fora dele. Sem sentido ou utilidade,
portanto, esta última frase, a partir de "igualmente"...O
que se diz na anterior, ou seja, que ele é um exemplo de
conduta "para todos", já é o suficiente e inclui tanto os
encarnados quanto os desencarnados. Se não incluísse
"todos", se fosse necessário "excluir" alguém, em especial,
aí, sim, seria necessário nominar este alguém) que
prosseguem na busca da perfeição moral e da pureza.
"E,
como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois
disso o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma vez
para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem
pecado, aos que o esperam para salvação." (Hebreus 9:27-28).
Segundo o gnosticismo:
Os gnósticos
sustentam o mesmo ponto de vista do
nestorianismo: Cristo e Jesus seriam
seres distintos. Jesus seria um alto
iniciado que pertence à humanidade atual.
Cristo, contudo, seria um iniciado de uma
outra onda de vida anterior à nossa, que são
os atuais arcanjos. Como Cristo nunca teve a
experiência de construir um corpo físico,
foi outorgada a Jesus - que teve encarnações
anteriores - a missão de preparar um corpo
físico que seria usado por Cristo no momento
do batismo.
Para os
gnósticos, a função de Jeová (identificado
como o Espírito Santo, e não como o Deus
Pai) foi a de um espírito de raça, que
separou os homens em raças e tribos para que
tomassem a consciência do indivíduo. Cristo
teria vindo à Terra quando a função de Jeová
já estava completa, e aí teria início a
formação de uma fraternidade universal.
Quando a missão de Cristo tiver sido
concluída, será entregue a Deus a tarefa de
ser o guia da humanidade. Veja também
Tetragrama YHVH.
Segundo o islamismo:
Para os
muçulmanos, Jesus Cristo foi um profeta
da mesma linhagem de Maomé, devendo,
portanto, ser respeitado e reverenciado.
Contudo, ao contrário do que é comumente
aceito, os muçulmanos advogam o ponto de
vista que Jesus Cristo não foi crucificado;
Judas teria sido transformado em sósia de
Jesus e crucificado no lugar dele, como
punição pela traição.
Segundo o judaísmo:
Muitas
vertentes do judaísmo consideram que Cristo
tenha sido um profeta, tal como Jeremias,
Ezequiel, entre outros. Entretanto, para a
maioria dos judeus, Cristo foi apenas um
falso messias, uma vez que, para eles,
várias outras profecias a respeito de quem
seria o Messias judaico não foram levadas em
consideração, entre eles a de que o Messias
formaria uma fraternidade universal.
Segundo as religiões orientais:
Muitas
religiões orientais também consideram Jesus
Cristo um ser iluminado enviado à terra para
trazer mensagens de paz e fraternidade,
assim como vários outros, como por exemplo
Buda e Krishna.
Fonte:
Wikipédia
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SERÁ QUE JESUS
MORREU NA CRUZ? |
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Diz a história
cristã que o corpo de Jesus desapareceu porque subiu ao céu. Uma teoria
tenta provar que Jesus não morreu na cruz como se acreditava.
Ele teria sobrevivido, fugiu da Palestina, chegou à Cachemira, lá teve
filhos e morreu de morte natural, já velho.
Esta é a tese de Andreas Faber Kaiser, editor da revista espanhola "Mundo
Desconhecido" e autor de "Jesus Viveu e Morreu na Cachemira", que
decidiu investigar por que há 1.900 anos se venera em Srinagar, capital da
Cachemira, um túmulo chamado Rozabal (a "tumba do profeta") como
sendo o túmulo de Jesus.
Uma história
surpreendente:
história cristã diz que Jesus foi crucificado numa sexta feira ao meio dia.
Antes do cair da noite, já morto, seu corpo foi retirado da cruz e
depositado na gruta funerária de José de Arimatéia, cuja entrada foi fechada
com uma pedra. No domingo seguinte, o corpo de Jesus havia desaparecido
inexplicavelmente, fazendo assim cumprir uma profecia bíblica: o filho de
Deus ressuscitara de entre os mortos. Depois de um breve período na Terra,
durante o qual entrou em contato com seus discípulos, Jesus subiu ao céu,
onde está à direita de Deus Pai. |
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Mas a contrariar
este dogma cristão está o túmulo de Srinagar. Andreas Faber-Kaiser
apóia-se em dois pontos principais para tentar provar que Jesus não morreu
na Palestina, aos 33 anos, e sim na Cachemira, ao norte da Índia, muito
tempo depois: as circunstâncias de seu martírio na cruz e referências de que
Jesus já vivera na Índia, dos 13 aos 30 anos, período de sua vida do qual a
Bíblia não fala.
Sobre a crucificação, Andreas Faber-Kaiser considera que ela ocorreu numa
sexta-feira, véspera do shabat judeu, o que obrigava a baixar o corpo de
Jesus antes do cair da noite. De acordo com o calendário da época, o sábado
começava na noite de sexta e, pelas leis judias, era proibido deixar
suspenso na cruz um supliciado durante o dia sagrado do shabat.
Faber-Kaiser argumenta que o objetivo da crucificação não era a morte
imediata, mas a lenta tortura, suportável por até quatro dias,
principalmente por um homem jovem e saudável. Então, um supliciado que fosse
baixado da cruz em tempo teria condições de sobreviver, se devidamente
tratado. Para Faber-Kaiser, foi o que aconteceu com Jesus: submetido a
apenas algumas horas de tortura, ele foi retirado da cruz ainda vivo e,
assistido por seus amigos e discípulos dentro da gruta de José de Arimatéia,
recuperou-se e conseguiu fugir.
0 autor de Jesus Viveu e Morreu na Cachemira recorre a vários trechos da
história cristã nos quais há indícios de que o martirizado ainda estava vivo
ao descer da cruz. O Evangelho Segundo São Marcos diz que Pilatos,
conhecedor de que um crucificado leva dias para morrer, estranhou quando lhe
comunicaram que Jesus já havia morrido. Diz também que Pilatos feriu o corpo
de Jesus com uma lança, para verificar se estava de fato morto, e embora ele
não tenha reagido, da ferida jorrou um "sangue abundante", o que não
acontece a um corpo sem vida. O Evangelho Segundo São João faz notar que a
tumba de José de Arimatéia não foi cheia de terra, como era costume entre os
judeus, mas apenas fechada com uma pedra, o que deixava em seu interior
espaço suficiente para respirar.
Por último, Andreas Faber-Kaiser afirma que as mais recentes análises
científicas realizadas no sudário de Turim - o pano em que o corpo de Jesus
foi envolvido ao ser retirado da cruz - demonstram que o sangue nele
impregnado era o sangue de uma pessoa ainda viva.
As mesmas
Idéias, a mesma filosofia, o mesmo nome:
Partindo, então, da hipótese de que Jesus sobreviveu ao martírio na cruz e
fugiu da Palestina, Andreas Faber-Kaiser procura os sinais de sua presença
na Cachemira. Sua principal fonte é o professor Hassnain, diretor do
Departamento de Arquivos, Bibliotecas e Monumentos do Governo da Cachemira,
diretor honorário do Centro de Pesquisas de Estudos Budistas da Cachemira e
secretário do Centro Internacional de Pesquisas de Estudos Indianos Sharada
Peetha.
O professor Hassnain colocou à disposição de Andreas Faber-Kaiser numerosos
documentos que falam de um homem com idéias e filosofia idênticas às de
Jesus. Este homem é designado nos documentos pelos nomes de Yusu, Yusuf,
Yusaasaf, Yuz Asaf, Yuz-Asaph, Issa, Issana e Isa, que são traduções de
Jesus nas línguas cachemir, árabe e urdu. E é este mesmo homem, segundo
trajeto traçado pelos documentos, o que foi enterrado no túmulo Rozabal de
Srinagar. Jesus, de acordo com as pesquisas de Hassnain, teve filho, e ainda
hoje vive em Srinagar um seu descendente direto, chamado Basharat Saleem.
Segundo Andreas Faber-Kaiser, porém, ainda mais importante que os documentos
que falam desse Jesus adulto são os manuscritos de Nikolai Notovitch, que
contam a vida de um profeta Isa que viveu na índia, entre os 13 e os 30
anos, a mesma faixa de idade em que nada se sabe sobre Jesus. Para
Faber-Kaiser, tais manuscritos fecham o ciclo: Jesus viveu na Índia, voltou
para a Palestina e, depois, obrigado a fugir, retornou à região em que viveu
toda a sua juventude.
Nikolai Notovitch foi um viajante russo que no século passado explorava os
territórios do norte da índia, incluindo a Cachemira e o Ladakh, região
também conhecida por Pequeno Tibete. Em uma de suas viagens, Notovitch
conheceu em Hemis, no Ladakh, um lama (sacerdote budista entre mongóis e
tibetanos) estudioso da vida de Isa. Este lama traduziu para Notovitch, que
anotou a mão, documentos escritos em páli (língua dos livros sagradas
budistas), contando sobre a passagem de Isa na índia, numa época que
corresponde àquela em que Jesus viveu é, principalmente, no exato período em
que a Bíblia não registra sua presença na Palestina.
O professor Hassnain chegou aos manuscritos de Notovitch por acaso. Isolado
por uma tempestade de neve em Leh, capital do Ladakh, ele dedicou semanas à
pesquisa de velhos textos da biblioteca da lamaseria (o mosteiro dos lamas)
local e lá encontrou os 40 volumes de diários dos missionários alemães Marx
e Francke. Em um dos volumes havia uma referência aos manuscritos traduzidos
que Notovitch deixara em Hemis, a 38 quilômetros a sudeste de Leh.
Os missionários alemães não dão crédito às informações de Notovitch, mas o
professor Hassnain está totalmente convencido de sua autenticidade.
As revelações sobre o
menino-messias:
Em “Jesus Viveu e Morreu na Cachemir”a estão reproduzidas alguns
trechos dos manuscritos de Notovitch sobre a história de Isa:
"Um formoso menino nasceu no país de Israel e Deus falou pela boca deste
menino explicando a insignificância do corpo e a grandeza da alma.
O menino divino, a quem deram o nome de Isa, começou a falar, ainda criança,
do Deus uno indivisível, exortando a grande massa extraviada a arrepender-se
e a purificar-se das faltas que havia cometido.
De todas as partes as pessoas acorriam para escutá-lo e ficavam maravilhadas
diante das palavras de sabedoria que surgiam de sua boca infantil; os
israelitas afirmavam que neste menino habitava o Espírito Santo.
Quando Isa alcançou a idade de 13 anos, época em que um israelita deve tomar
uma mulher, a casa onde seus pais ganhavam o pão, através de um trabalho
modesto, começou a ser ponto de reunião de pessoas ricas e nobres que
desejavam ter o jovem Isa por genro, pois era ele conhecido em toda parte
por seus discursos edificantes em nome do Todo-Poderoso.
Foi então que Isa desapareceu secretamente da casa de seus pais, abandonando
Jerusalém, e se encaminhou com uma caravana de mercadores para Sindh
(Paquistão), com o propósito de se aperfeiçoar no conhecimento divino e de
estudar as leis dos grandes Bodas.
Aos 14 anos, Jesus havia atravessado todo o Sindh e os devotos do deus Jaina
lhe imploravam que ficasse entre eles, mas ele os deixou, caminhando para
Jagannath (uma das cidades sagradas da Índia), onde foi recebido com grande
alegria pelos sacerdotes de Brahma, que lhe ensinaram os Vedas, a salvar o
povo através de orações, a expulsar o espírito do mal do corpo humano e a
devolver a este sua forma humana.
Jesus viveu seis anos percorrendo as cidades sagradas de Jaganath, Rajagriba,
Benaíes e outras, em estado de paz com os Vaishyas e Shudras, aos quais
ensinou a sagrada escritura".
Fonte:
http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=32868.0
|
SUPOSTAS RELÍQUIAS:
SANTO SUDÁRIO:
Na
contemporaneidade, a mais conhecida, estudada e discutida
relíquia de Jesus é o Sudário (σινδών, sindón,
que significa "pano" em grego), atualmente armazenados em
Turim e de posse pessoal do Papa. Segundo a
tradição, é o pano em que estava envolto o corpo de Jesus no
túmulo. O tecido é de linho e mede 442 x 113cm. Apresenta
uma dupla imagem (frente e verso) de um homem com barba,
bigode e cabelos compridos, ostentando as marcas no corpo
correspondente à descrição da paixão: marcas de flagelação,
a corroa de espinhos, mãos e pés perfurados por pregos e a
ferida por lança ao lado. O quadro não é uma pintura, mas o
resultado de um gradual amarelecimento da fibra têxtil -
como se fosse um negativo de um filme fotográfico. Na parte
mais profunda das feridas há vestígios de sangue tipo AB.
OUTRAS RELÍQUIAS:
As
outras relíquias atribuídas a Jesus são os supostos restos
do corpo de Jesus (incluindo vários traços de sangue,
uma costela e os restos da circuncisão de Jesus - o
Santo prepúcio) e os objetos com os quais ele entrou em
contato, como as lascas da cruz, a coroa com
espinhos, a lança que o perfurou, o título que foi pregado à
cruz e taça que ele teria usado na última ceia (o Santo
Graal).
Fonte:Wikipédia |
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